terça-feira, 4 de outubro de 2011

Liberalismo e conflitos dos séculos XX e XXI


Esta Emenda foi aprovada através do Ato de Volstead. Muitos Estados haviam ratificado a 18a Emenda enquanto grande parte de sua jovem população estava fora do país por causa da Primeira Guerra Mundial.

A Proibição terminou em 1933, pela 22a Emenda à Constituição americana. Além da Proibição, o governo americano expandiu seus poderes e responsabilidades, tais como fundação, organização e administração da expansão do sistema rodoviário do país, A expansão das reservas monetárias dos Estados Unidos levou a uma improcedente expansão de crédito, que contribuiu tanto para a prosperidade econômica da década de 1920 quanto para a grande recessão econômica que perdoaria ao longo da década de 1930.

A administração de Harding foi marcada pelo Escândalo de Teapot Dome. Coolidge era um político da Nova Inglaterra, renomado por sua honestidade. Coolidge foi eleito Presidente do país nas eleições presidenciais americanas de 1924, sob o slogan "Fique Frio com Coolidge" (Keep Cool With Coolidge).

Em 1929, a nação mais próspera do mundo era os Estados Unidos. Mas apesar do grande otimismo nos Estados Unidos e do aparente bem-estar em outros países, o estado da economia mundial era pouco saudável. Um a um, os pilares do sistema econômico dos anos pré-1914 - o comércio multilateral, o padrão-ouro e a intercambialidade dos câmbios - caíram.

No final da década de 1930, a economia americana inicialmente parecia imune aos problemas da economia mundial, mas durante o início da década de 1930, a economia do país rapidamente entrou em colapso.

Má distribuição do poder de compra

Um dos principais fatores da Grande Depressão foi a má distribuição da renda ao longo da década de 1920. O crescimento nos salários dos trabalhadores não acompanhou o passo do aumento da produtividade. No fim da década de 1920, empresas investiram mais em melhorias - expansão ou novas instalações industriais, depósitos, etc - do que o retorno que estas melhorias poderiam fornecer, e fábricas passaram a produzir mais produtos do que os consumidores podiam comprar.

A estrutura do crédito

Outro fator importante foi a estrutura do crédito da economia.

A queda do comércio internacional

Outro fator era a posição dos Estados Unidos no comércio internacional. Impulsos protecionistas levaram as nações a fabricar produtos ou minerar matérias-primas no próprio país, ao invés de importar de outras nações, embora esta política fosse por vezes mais cara do que apenas a importação dos produtos necessários. Os Estados Unidos então - ao contrário de tempos atuais - estavam longe de serem dependentes do comércio exterior. Exportações faziam parte significante da economia americana durante a década de 1920. No final desta década, a demanda de produtos americanos na Europa iniciou a cair. Isto porque a economia europeia tinha sido desestabilizada pela enorme dívida após o final da Primeira Guerra Mundial.
No final da década de 1920, e particularmente após o início do enfraquecimento da economia americana em 1929 em diante, as nações europeias viram que seria muito difícil obter novos empréstimos dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, as altas tarifas alfandegárias americanas estava tornando mais difíceis para estes países vender seus produtos no mercado americano. O colapso da estrutura internacional de crédito foi uma das razões da Grande Depressão na Europa, bem como foi um fator que agravou bastante a Grande Depressão nos Estados Unidos após 1931.
As altas tarifas alfandegárias impediram criticamente o pagamento das dívidas de guerra. Por volta de 1931, o mundo estava dentro da pior depressão econômica da história da humanidade, e toda a estrutura de pagamentos de dívidas e de indenizações entrou em colapso.

A Revolução Islâmica

A Revolução Islâmica do Irã começou como um movimento popular pela democratização e terminou com a criação do primeiro Estado islâmico. O episódio transformou completamente a estrutura social do país e foi um dos momentos que marcaram o século 20. Antes da revolução, o Irã era governado pelo xá Reza Pahlevi.

As principais vozes da oposição se concentraram atrás da figura do aiatolá Ruhollah Khomeini, um clérigo xiita que vivia exilado em Paris. No final dos anos 70, uma série de protestos violentos contra o regime de Pahlevi tomou as ruas do Irã. Em fevereiro de 1979, as forças revolucionárias depuseram o xá e assumiram o controle do governo, enquanto Reza Pahlevi fugia do país. Junto de seus seguidores, o aiatolá estabeleceu novas leis, baseadas nos preceitos do Islã, que regulamentavam a vida dos iranianos.

A Revolução Islâmica coincidiu com a decadência dos projetos nacionalistas e panarabistas que predominaram no Oriente Médio dos anos 50 aos 70. Militantes muçulmanos reprimidos por governos que consideravam o islã uma ameaça - na Turquia, na Síria, no Egito - ganharam autoconfiança com o êxito da revolta iraniana em derrubar o regime abertamente antirreligioso e pró-americano do xá. A revolução permitiu ao fundamentalismo tornar-se uma força que mudou a concepção do islã político do Marrocos à Malásia.
No ano seguinte, logo após a invasão israelense do Líbano para expulsar de lá a liderança laica da Organização para Libertação da Palestina (OLP), surgia o Hizbollah, grupo xiita inspirado na Revolução Islâmica que hoje, misto de milícia e partido, participa do governo libanês.
Sob Bill Clinton (1993-2001), os EUA estiveram próximos da retomada do diálogo com o Irã, então presidido pelo reformista Mohammed Khatami.

A queda do comércio internacional

Outro fator era a posição dos Estados Unidos no comércio internacional. Impulsos protecionistas levaram as nações a fabricar produtos ou minerar matérias-primas no próprio país, ao invés de importar de outras nações, embora esta política fosse por vezes mais cara do que apenas a importação dos produtos necessários. Os Estados Unidos então - ao contrário de tempos atuais - estavam longe de serem dependentes do comércio exterior. Exportações faziam parte significante da economia americana durante a década de 1920. No final desta década, a demanda de produtos americanos na Europa iniciou a cair. Isto porque a economia europeia tinha sido desestabilizada pela enorme dívida após o final da Primeira Guerra Mundial.

No final da década de 1920, e particularmente após o início do enfraquecimento da economia americana em 1929 em diante, as nações europeias viram que seria muito difícil obter novos empréstimos dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, as altas tarifas alfandegárias americanas estava tornando mais difíceis para estes países vender seus produtos no mercado americano. O colapso da estrutura internacional de crédito foi uma das razões da Grande Depressão na Europa, bem como foi um fator que agravou bastante a Grande Depressão nos Estados Unidos após 1931.

As altas tarifas alfandegárias impediram criticamente o pagamento das dívidas de guerra. Por volta de 1931, o mundo estava dentro da pior depressão econômica da história da humanidade, e toda a estrutura de pagamentos de dívidas e de indenizações entrou em colapso.


A formação do Estado Liberal



                                      Liberalismo na revolução francesa
Liberalismo pode ser definido como um conjunto de princípios e teorias políticas, que apresenta como ponto principal a defesa da liberdade política e econômica. Neste sentido, os liberais são contrários ao forte controle do Estado na economia e na vida das pessoas.
O pensamento liberal teve sua origem no século XVII, através dos trabalhos sobre política publicados pelo filósofo inglês John Locke. Já no século XVIII, o liberalismo econômico ganhou força com as idéias defendidas pelo filósofo e economista escocês Adam Smith.

Podemos citar como princípios básicos do liberalismo:
- Defesa da propriedade privada;
- Liberdade econômica (livre mercado);
- Mínima participação do Estado nos assuntos econômicos da nação (governo limitado);
- Igualdade perante a lei (estado de direito);

                       Características Básicas do Estado Liberal
·          Não intervenção do Estado na economia;
·          Vigência do princípio da igualdade formal;
·          Adoção da Teoria da Divisão de Poderes de Montesquieu;
·          Supremacia da Constituição como norma limitadora do poder governamental;
·           A garantia de direitos individuais fundamentais;

O liberalismo e a formação do mundo burgês: as revoluções liberais do século XIX

Conjunto de mutações políticas e sociais ocorridas na sequência do legado ideológico da Revolução Francesa e já prenunciadas na Revolução Americana. Representaram o fim das estruturas do Antigo Regime, no que concerne à classe dominante (que passa a ser a burguesia), às instituições (surgem as monarquias constitucionais), à ordem internacional (dá-se a independência de uma série de territórios), etc. O liberalismo, no século XVIII, preconizava a ideia de progresso baseado na liberdade do indivíduo ou da comunidade contra a autoridade absoluta do poder real ou eclesiástico. Significava a existência de um conjunto de liberdades e garantias sob o primado da Razão contra o da Tradição, alicerçadas no Direito Natural contra os privilégios de classe.
                                        A formação do estado Liberal
O Estado liberal espera que as coisas se modifiquem sem uma intervenção individual, ou de grupo, e ao mesmo tempo se ajustem de tal forma que as coisas se relacionem de forma natural, sem que o Estado tenha a sua intromissão direta no processo de produção, como também no consumo, visto que as liberdades individuais devem ser respeitadas para que tudo se acomode de forma comum e simples.
Uma estrutura de mercado pautada no liberalismo, ou como é conhecido na atualidade de neoliberal, tem algumas vantagens, assim como também desvantagens, pois como as vantagens, verifica-se a questão do respeito ao ser como ator social, e para as desvantagens, observa-se a possibilidade da tendência à concentração e centralização nas mãos de poucos, os oligopólios, os desajustes sociais.